Sinta, mas realmente sinta, tudo, mas realmente tudo. Sinta o sol, sinta o ar, sinta a brisa. Sinta, mas pressinta, o que de mais importante há, que é o sentimento. Não somente o seu, mas sinta com o coração, o sentir de toda nação. Sinta cada toque, cada gesto, cada aperto, cada batida, cada emoção, cada angústia, casa lágrima, cada momento somente seu. Sinta cada aroma, cada gosto, mas sinta com gosto. Sinta cada essência, mas sinta com descência, sinta cada vontade, mas sinta com vontade, sinta a viência, sinta o sabor da sobrevivência, e viva o sentir. Sinta a você mesmo, sinta, o que de mal lhe consome, sinta o que de bem lhe faz sentir-se bem, sinta o que o amor transforma! Mas nem sempre se pode sentir, nem sempre o sentir é possível. Pra sentir, é preciso desinibir, é preciso se exibir, é preciso mais que isso, é necessário agir... agir em contradição com sua razão e fazer que dali se acenda um vulcão, incendiando assim, sua emoção. Não limite o sentir, pois limitar é destruir, é invadir, é evadir. Sinta o que de mais importante há, o amor, sem prestar nenhum favor, levando aos coraçãoes apertados procurão com ambição.. o calor!
Sinta você, sinta o outro, sinta por querer, sinta o fogo. Sinta o verdadeiro poder do sentir, que dentro do que sente vai agir.
Sinta a sensibilidade de todo sentir.
Sinta sabendo que amanhã, um novo sentir á de vir..
Sensível Sentir. Paulo de Lima


